CRÍTICA A EDITORIAL DA FOLHA DE SÃO PAULO SOBRE A TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO (por Luiz Phillipe da Costa Fernandes

“O editorialista se engana na adjetivação: a transposição do rio São Francisco não é obra faraônica (a servir de túmulo aos mortos), mas a conclusão de trabalho ciclópico, destinado a melhorar a vida dos vivos – imenso número de nordestinos que ansiavam pela água, em áreas afetadas pela seca, há séculos. Neste momento importante de valorização da cidadania sertaneja, o destaque a trabalhos subsequentes que se fazem necessários, caso da falta de rede capilar de distribuição, coleta precária de esgotos (problema que é nacional) e revitalização do rio parecem  tentativas de diminuir-se seu alcance social e  lastimo mencioná-lo  certo viés ideológico,  que não deixa bem a Folha”.

Luiz Phillipe da Costa Fernandes


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