VISÕES DE CURTÍSSIMO PRAZO

Os jornalistas econômicos, por melhores que sejam – e há poucos ou poucas que são bons, como a Miriam Leitão, por exemplo – vivem o dia a dia.

Eles, como o próprio nome, de origem francesa, indica, são diaristas.

Além disso, como não têm muito cultura, ficam vendo os galhos da floresta, na sua caminhada diária, e perdem a visão da floresta ou seja, do longo, do médio, e até do curto prazos, o que os leva a não entender  as causas da crise brutal que se abateu sobre o povo brasileiro.

Sendo eles, porém, – aos escrever nos jornais e ao falar nas televisões – os que formam a nossa opinião estamos literalmente perdidos sem saber o que fazer para sair desse buraco.

Restringirmos as compras nos supermercados? Tornarmo-nos empreendedores? Sermos motoristas do Uber? Vendermos bugigangas nos sinais? Praticarmos assaltos a mão armada?

Para início de conversa parece claro que o problema não era, apenas, a ex-presidente Dilma com a sua Nova Matriz Econômica. Qual é o problema, então?

Comecemos a procurar o que existe de diferente no Brasil, de peculiar, de Jaboticabal.

O que é?

Será, por acaso, a correção monetária, ou é má vontade minha?


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