MALVADOS FAVORITOS

Ouvi de uma loquaz anti-petista, na época do Impeachment de Dilma, que o Deputado Eduardo Cunha era o seu “malvado favorito”, quando ele era o ponta-de-lança do processo político contra a ex-presidente.

Pela lógica, agora, esse lugar, de “bandido do bem”, deve estar sendo ocupado pelo Deputado Jair Bolsonaro, uma espécie de Trump nacional, que está subindo nas pesquisas eleitorais para 2018.

O candidato mais forte do que ele é o ex-presidente Lula do qual a população tem saudades pelo clima de euforia econômica em que vivia sob seu governo.

Cumpre lembrar, contudo, que o ex-presidente Lula, quando o seu Ministro da Fazenda era Guido Mantega, deixou de extinguir a correção monetária residual que, depois de algum tempo, tomou conta, de novo, do cenário, e ajudou a promover a quebradeira geral que hoje se vê.

Não devemos nos iludir com as pessoas de mau caráter.

Mas não basta, também, criar um clima de festa: é preciso manter o ritmo, para que a festa se sustente.


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